Encontro-me então em um estado de nirvana, despretensioso e extremamente prazeroso estado.
Nada, absolutamente nada me afeta ou me abala.
Não sei ainda se isso é bom ou ruim, mas me dá paz.
Porém, oa me dar paz, me tira também a paixão, perco aos poucos aquela insana vontade de tudo ao mesmo tempo agora, apaziguando minha alma e dando ao meu ser a mais parcimoniosa existência, que um dia talvez eu tenha almejado.
Não encontro-me 100% do tempo neste estado, mas grande parte do dia estou bem, sem maiores preocupações ou aborrecimentos.
Descobri que sou apenas o que sinto. Se alguém faz algo que me desagrada, so me desagrada porque eu deixo. Então, procuro manter meu equilibrio e minha mente sempre em sintonia comigo mesmo, ignorando fatos externos.
Mas tenho medo...medos alias.
Medo principalmente de perder minha paixão, minha loucura...a sanidade é chata.
Mas no final, vc está sempre presente e agora sua presença é acalanto, e sublime farfalhar de folhas ao vento, é uma brisa amena na primavera, um desenho de paisagem açucarada...minha linda, minha deusa, morada dos meus sonhos...és ainda o que almejo e o que venero, já sem dor, sem desespero, sem vontade de ser agora, podendo ser para depois...podendo até nunca mais voltar a ser.
Te amo...
sexta-feira, janeiro 19, 2007
Postado por
Buonamar
às
1/19/2007 05:18:00 AM
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