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terça-feira, setembro 26, 2006

Volta e me condena por ter sido seu amor
Joga nas minhas fuças todas as minhas juras
Diz que fui um rato, um inutil incapaz
Faz desse pequeno coração um alvo de tiro
Despedaça essa alma cheia de veneno
Afinal, és o meu martírio
Minha doce encenação
És aquela que eu não quis
Por querer ir mais além
Foste tu que reclamaste
Da ausência de meu amor
Foste tu que derramaste
O sagrado calice do querer
Tú és a culpada, ingrata vadia
Por derrubar a minha crença
E amaldiçoar a minha vida