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quinta-feira, julho 21, 2005

Não, eu não me sinto mal, eu quero mais é que eles queimem na fogueira das vaidades.

E se não for assim, tudo bem, mesmo porque não era assim que era para ser.
Mas tudo bem então, porque ser assim já não me dá razão.
Não, não, eu não preciso da tua presença, a tua ausência me ajuda e me enriquece.
Essa distância de nós dois trouxe outras coisas de lembrança, adocicadas lembranças, amargas verdades e duras torturas...
Memórias, memórias, memórias...apenas a lembrança de algo que não volta. Não que deva voltar, pois estar no passado é a segurança que pedimos para as lembranças.
Não, não quero mais me enganar, me dizer que tua presença vai me incomodar é querer ser ingenuo e sem noção.
Bom, de resto, tá tudo bem.