Sou um homem sem amor...ser inutil, que se rende aos delírios e paixões da vida a dois, que se entrega as tentações e sem lutar não se arrepende.
Sou um orixá perdido na mata, sem saber prá onde ir, cansado, sozinho e sem rumo, sou uma flecha sem ponta, um corpo vazio...
Alias, que graça tem se tanto faz? Se já não me importo e tudo o que eu quero é somente não mais querer e me esconder e me abandonar?
Deixar como está, prá ver tudo acabar, persistir no erro até acertar, ser guerreiro em tempos de paz e servo dos minutos. Ser assim, poeta mediocre, sem pretensões, desiludido e com todos os dias sem sentido...mas com esperança de nunca mudar.
Minhas frses desconexas se perdem na banalidade de minhas idéias sem contexto e fujo pro vazio do meu quarto em busca de algo que me diga alguma coisa, que me tire do escuro, que me prenda a este mundo que já é tão indiferente.
terça-feira, março 08, 2005
Tudo que eu sou
Postado por
Buonamar
às
3/08/2005 05:16:00 PM
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